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DIREÇÃO DO CINEMA NEWS.

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WALLPAPER/ HOMEM - ARANHA




























ESTREIAS DE 07/08/09
'G.I. JOE - A ORIGEM DE COBRA'
(G.I. Joe)
EUA, 2009
Ação
Diretor: Stephen Sommers
Elenco: Sienna Miller, Ray Park, Dennis Quaid.

'A VIDA SECRETA DAS ABELHAS'
(The secret life of bees)
EUA, 2008
Drama
Diretor: Gina Prince-Bythewood
Elenco: Dakota Fanning, Queen Latifah, Jennifer Hudson.


'MARIDO POR ACASO'
(The accidental husband)
Reino Unido, 2008
Comédia romântica
Diretor: Griffin Dune
Elenco: Uma Thurman, Colin Firth.


'O CONTADOR DE HISTÓRIAS'
(idem)
Brasil, 2009
Drama
Diretor: Luiz Villaça
Elenco: Maria de Medeiros, Marco Ribeiro, Paulo Henrique Mendes.


"Moscou"

"Um romance de geração"

"Amoço em agosto"

"Descaminhos"

"O nome dela é Sabine"
Ator Matthew Broderick presta homenagem ao diretor John Hughes

O ator Matthew Broderick, protagonista do filme "Curtindo a vida adoidado", prestou nesta sexta-feira (7) homenagem ao cineasta John Hughes, que morreu na quinta (6). Aos 59 anos, o diretor sofreu um infarto em Nova York.

Broderick, que foi dirigido por Hughes na comédia de sucesso de 1986, afirmou que ficou "arrasado" quando soube do falecimento. "Estou chocado e triste com a notícia. Ele era maravilhoso e muito talentoso, meu coração está com sua família", disse o ator em comunicado.

O astro veterano Steve Martin, que trabalhou com Hughes no longa-metragem "Antes só do que mal acompanhado", de 1987, também falou sobre a perda do cineasta em comunicado. "John Hughes era um grande diretor, mas seu verdadeiro talento era escrever roteiros. Ele criou personagens profundos e complexos, humanos e bem-humorados".

O ator Macaulay Culkin, que ganhou fama como protagonista da série "Esqueceram de mim", criada por Hughes, também comentou sobre a morte do cineasta. "Eu era fã de seu trabalho e de sua personalidade. O mundo perdeu não apenas um grande criador, cuja influência será lembrada por gerações, mas também um homem digno e grandioso", declarou Culkin à imprensa internacional.
Letícia Sabatella dirige filme sobre índio-palhaço e afirma: ‘o humor é universal’

Quem vê Leticia Sabatella em “Caminho das índias”, na pele da sofisticada golpista Yvone, não imagina do que se trata seu novo projeto. A atriz fez sua estréia na direção de longas-metragens com o filme “Hotxuá”, uma produção que retrata a tribo indígena Krahô, do Norte do Brasil, e seus costumes.


Em entrevista ao G1, Leticia conta como conheceu a tribo e desde então não se afastou dos índios, que se transformaram em amigos. Fala da perda de identidade que eles vêm sofrendo, critica políticas governamentais e destaca especialmente o foco principal de seu filme: os índios-palhaços justamente chamados de Hotxuá, responsáveis por estimular a tribo a seguir em frente, sem desistir diante dos problemas.

O filme foi exibido nesta semana no Cine Fest Petrobras Brasil-NY, festival realizado nos Estados Unidos que reúne hits do cinema brasileiro. Por causa das gravações da novela, a atriz não pode ir a Nova York apresentar o próprio trabalho, mas falou com o G1 do Brasil. Leia abaixo trechos da entrevista.

G1 – Como conheceu e se aproximou da tribo Krahô?

Leticia Sabatella – Conheci a tribo Krahô por volta de 1996. Fomos em um grupo de cinco atores pesquisar seus costumes, sua cultura. Na época, preparávamos uma peça de teatro, queríamos conhecer a essência da dança, dos rituais e do teatro brasileiros. Fiquei profundamente tocada por esse encontro. Pela riqueza cultural desse povo. E lá conheci o Hutxuá, o palhaço sagrado, responsável por manter elevada a auto-estima da tribo. Ficamos 15 dias visitando as aldeias, participamos de alguns rituais belíssimos, inclusive do nosso batismo, quando recebemos nosso nome Krahô e, com ele, a recordação de um passado ancestral que nos revelava nossa irmandade com esse povo. Um pajé me disse: “Agora você me respeita e me considera como eu já te respeito e considero. Aonde for, não se esqueça de nós”.

G1 – Como nasceu o projeto do filme?

Leticia – Por volta do ano 2000 fui procurada por alguns amigos da tribo –sempre mantivemos contato desde que estive lá pela primeira vez– para participar de um movimento de resgate e divulgação de sua cultura. Eles participavam de um projeto de resgate de suas sementes ancestrais. Muitas eles haviam perdido devido a ações desastrosas do governo que na tentativa paternalista de ajudar com doações com doações de comida e estímulo da produção de arroz para exportação desvalorizaram suas tradições milenares. Aí escolhemos o tema específico do Hotxuá pelo ineditismo do tema. Não tínhamos conhecimento de atores palhaços indígenas no Brasil. Através de minhas pesquisas, percebi a sincronia do tema Hotxuá com o ritual da fertilidade (Festa da Batata) e o surgimento da agricultura para esse povo.


G1 – Fale sobre o papel do Hotxuá na tribo e como isso te chamou a atenção.

Letícia – O Hotxuá é o sacerdote do riso. Desde o nascimento, do batismo, recebe o dom e a incumbência de alegrar, animar, estimular a tribo a continuar, sem desistir. Saber que os Krahôs sobreviveram a inúmeros massacres históricos, mais recentemente a três grandes massacres de latifundiários, ações equivocadas do governo, epidemias, a monocultura que vem devastando o cerrado brasileiro, a ganância de empresários que buscam lucro imediato e a não preservação do meio ambiente –sem que ocorram os lamentáveis suicídios que vemos em outras etnias–, nos faz refletir sobre sua fundamental importância na sobrevivência desse povo.

G1 – A certa altura do filme, surge um palhaço na tribo. Como foi esse encontro com o Hotxuá?

Leticia – Ricardo Pucceti, nosso palhaço coupén que vem de for a da aldeia (representando nós) é outro grande amigo que contribuiu com nossa aventura. Entrou no projeto de olhos fechados, uma semana antes de irmos à aldeia e, através dele, contamos alegoricamente o encontro dessas duas forças opostas ou complementares, dependendo da circunstância. O encontro entre o índio e o ser que nós somos, vindos de fora, na cena que improvisaram o Hotxuá e o palhaço vindo da cultura europeia, com seus aparatos estrangeiros, simbolizam o contraste. E naturalmente a cena revela a necessidade de uma solução lúcida e amigável para não destruirmos a riqueza cultural do cerrado e dos povos indígenas.

G1 – Como foi feita a edição do filme e a seleção do que iria ser mostrado?

Leticia – Participei ativamente da montagem do filme, voltei à tribo ainda mais uma vez para terminar de captar imagens e situações que coroaram a nossa edição. Muita coisa não pode entrar, como a ida dos Hotxuás ao Festival Internacional de Palhaços “Anjos do Picadeiro” (realizado no Rio de Janeiro). Optamos por manter o humor Krahô no contexto paradisíaco, com seus problemas próprios da tribo. O humor é universal, o riso é universal, mas há contextos que diferenciam o humor de cada cultura. Era importante que quem visse o filme experimentasse o humor Krahô, mergulhasse em seu universo para compreendê-lo.

G1 – Pretende lançar “Hotxuá” no circuito comercial?

Leticia – O filme tem feito carreira nos festivais e estamos buscando apoio para lançá-lo. Toda a venda que houver e os direitos são da tribo. Temos também por objetivo promover esse intercâmbio de culturas, o desejo de que as pessoas conheçam o Hotxuá, esse ser tão encantador.
'A vida secreta das abelhas' faz leitura 'light' de história trágica
O talento precoce da atriz Dakota Fanning sempre foi alvo de elogios desde sua estreia em “Uma lição de amor” (2001), quando interpretou a filha de um deficiente mental vivido por Sean Penn. Oito anos e vários filmes de arrancar lágrimas depois, a loirinha prodígio de Hollywood protagoniza “A vida secreta das abelhas”, longa baseado no best seller da autora americana Sue Monk Kidd, sobre uma adolescente que acidentalmente matou a mãe na infância e, além da culpa, é obrigada a conviver com o pai violento.

Deveria ser um prato cheio para Dakota, especialista em encarnar meninas fofas e sofridas, como fez em “Chamas da vingança” (2004) ou no polêmico “Hounddog” (2007). Mas, estranho, falta à atriz a carga dramática esperada para o papel da garota de 14 anos que vive em busca do perdão.

Tal necessidade a personagem Lily preenche quando foge de casa com a babá Rosaleen (Jennifer Hudson) e é acolhida por três irmãs apicultoras em uma cidadezinha da reacionária Carolina do Sul. Passada nos anos 60, em plena luta pelos direitos civis, a história também aborda o preconceito – que gera reações extremas – que a protagonista sofre por ser uma garota branca morando sob o mesmo teto de uma família de mulheres negras.

Ao contrário do livro, “A vida secreta das abelhas”, o longa, investe nas excentricidades das irmãs August, June e May – todas interpretadas com brilho por Queen Latifah, Alicia Keys e Sophie Okonedo - e quase deixa de lado os conflitos existenciais de Lily.

O resultado é um filme de argumento dramático, mas que encontra seus bons momentos nas situações de humor.

Talvez a atuação rasa de Dakota tenha sido opção da diretora, Gina Prince-Bythewood, para tonar o filme mais leve. Mas é justamente na desesperada busca de Lily pelo perdão que está a beleza da história contada no livro – premiado com o Orange Prize.
A alternativa de enxugar o teor dramático do roteiro também pode ter sido escolha de Will Smith, um dos produtores do filme. Atual rei das bilheterias, o ator conhece como ninguém o poder que uma história levinha, que equilibra doses de drama e humor, tem sobre o público.
Estrelado por cantoras – Latifah, Alicia, e Hudson – “A vida secreta das abelhas” tem trilha sonora idas mais caprichadas. As canções do trio, as de Lizz Wright, Supremes e Impressions parecem mais coerentes com as páginas da obra de Monk Kidd do que a adaptação cinematográfica em si.
Estrela precoce, Dakota Fanning tenta manter os pés no chão em Hollywood

Ela cresceu nas telas do cinema. Com apenas seis anos, Dakota Fanning provou ser uma atriz de talento nato logo na estreia, ao interpretar a filha de um deficiente mental vivido por Sean Penn no drama “Uma lição de amor”. Agora, com 15 e currículo de veterana – são mais de 20 longas – a loirinha protagoniza “A vida secreta das abelhas”, adaptação do best seller homônimo da autora Sue Monk Kidd.


Na produção dirigida por Gina Prince-Bythewood, Dakota dá vida à personagem Lily Owens, uma jovem que acidentalmente mata a mãe na infância, vive atormentada pela culpa e ainda sofre maus tratos de um pai rancoroso, interpretado por Paul Bettany.


Um dia resolve fugir de casa e encontra o afeto que nunca teve ao ser acolhida por uma família negra. Passada nos anos 60, em uma cidade da Carolina do Sul, o filme mostra o preconceito que uma garota branca sofre por se relacionar com negros. Em especial com o personagem Zack (Tristan Wilds), por quem se apaixona. Não foi a primeira vez que Dakota, que acaba de entrar na adolescência, beija em um filme. Mas a cena de amor de “A vida secreta das abelhas” teve um sabor especial. “Com certeza foi o beijo mais íntimo e romântico que dei no cinema, em função do relacionamento entre os personagens”, analisa. Diferente das estrelas precoces, que acabam virando alvo de paparazzi por causa de arroubos juvenis, Dakota diz ter “os pés no chão.” “Acho que tem muito a ver com a maneira pela qual meus pais me educaram, de ser verdadeira comigo mesma e nunca mudar quem sou”, diz, com ar comportado. Em conversa com o G1, em Los Angeles, a loirinha fala sobre carreira, fama e os bastidores das filmagens de “A vida secreta das abelhas”, que entra em cartaz nesta sexta-feira (7), nos cinemas brasileiros.


G1– Atores que ganharam fama cedo como você, vez ou outra se metem em confusão e viram alvo de paparazzi. O que você faz para não cair nas armadilhas de Hollywood?


Dakota Fanning – Estou consciente do que acontece com alguns atores da minha idade, mas não acho que cairia nestas mesmas armadilhas. Tenho uma família e amigos fantásticos, um ótimo agente e realmente o que mais amo é atuar. Procuro manter um equilíbrio. Acho que tem muito a ver com a maneira pela qual meus pais me educaram, de ser verdadeira comigo mesma e nunca mudar quem sou, manter sempre os pés no chão. Tento não me preocupar muito com a fama e não sonhar muito com o futuro. Eu vivo no presente.


G1- Como foi filmar a cena do beijo com Tristan Wilds?


Dakota – Não foi tão estranho assim, pois fizemos esta cena mais no final das filmagens e até lá Tristan e eu já nos conhecíamos bem. Ele é um doce de pessoa. Além do que, esse não foi meu primeiro beijo em filme [risos]. Mas com certeza foi o beijo mais íntimo e romântico que dei no cinema, em função do relacionamento entre os personagens.


G1- Qual seu critério ao escolher um papel?


Dakota – Tenho que me sentir atraída pela personagem e, de preferência, que seja algo diferente dos meus papéis anteriores. Li o livro “A vida secreta das abelhas” há cinco anos, quando fui contratada para fazer o filme. Mas produção ainda não estava pronta para seguir adiante. Foi ótimo, porque assim deu tempo de eu crescer mais um pouquinho [risos]. Fiquei muito atraída pelo fato de ser uma historia que se passa no sul dos Estados Unidos, onde nasci. Consigo me identificar com vários aspectos do livro e do roteiro.


G1- Antes de começar as filmagens a diretora armou uma situação em que os atores te tratariam bem e nem tanto a Jennifer Hudson, para vocês sentirem na pele a discriminação racial que existia nos anos 60. Como foi essa experiência?


Dakota – Antes de começarem as filmagens, Gina queria criar a situação de discriminação racial quando entrássemos juntas em uma farmácia para colocar a gente no clima. Disse que seria feito de uma maneira respeitosa, mas mesmo assim deu para perceber como nossas vidas teriam sido diferentes se vivêssemos na Carolina do Sul, em 1964. Acho que foi uma excelente ideia, nos ajudou muito.


G1- Durante sua preparação para o papel, você chegou a entrevistar ou conhecer crianças vítimas de abuso?


Dakota – Conheci crianças que sofreram abuso no passado, antes de me preparar para o papel. Durante minhas cenas com Paul Bettany, achei que era especialmente importante para o meu personagem mostrar que ela não se sentia amada pelo pai. Foi um desafio filmar algumas dessas cenas. O Paul era assustador no papel, mas na vida real ele é um doce de pessoa.


G1- Como foi a experiência de lidar com milhares de abelhas em cena? Você foi picada durante as filmagens?


Dakota – Nenhuma vez. Dei sorte, pois Lily era aprendiz de apicultora, portanto ela sempre estava totalmente protegida com o macacão, as luvas e a tela protetora na cabeça. Mas aprendi bastante sobre elas. É impressionante quando você tira a tampa da colméia e encontra 600, 800 mil abelhas... É divertido tentar encontrar a rainha. Eu não tinha a menor ideia e imagino que a maioria das pessoas também não, de como as abelhas trabalham duro, em conjunto com uma finalidade em comum. Acho um excelente paralelo com o filme, onde as pessoas estão divididas em diferentes raças e na colméia, as abelhas trabalham unidas por uma mesma causa.


G1- A vida de Lily tem várias reviravoltas. Você consegue ver algum paralelo em relação a sua própria vida?


Dakota - Acho que a minha passou por grandes mudanças quando comecei a atuar. Tive uma grande oportunidade com apenas 6 anos, quando fiz “Uma lição de amor”. Minha vida seria bem diferente se não tivesse feito esse filme. Sinto-me abençoada pelas oportunidades que tive na infância, que me deram a chance de ingressar em uma vida tão diferente e desde cedo saber o que queria.
Documentário choca ao escancarar a cultura funk em festival de NY

“Para mim é chocante”, afirma a russa Anna Klimanova, 22 anos, ao sair da sessão de “Favela on blast”, filme exibido nesta quinta-feira (6) no Cine Fest Petrobras Brasil-NY. Ela se refere às mulheres personagens do documentário de Leandro HBL e Wesley Pentz, as MCs que sobem aos palcos dos bailes funk para mostrar danças sensuais e cantar letras escrachadas sobre sexo.

“Não posso julgá-las, elas cresceram dessa forma. Mas não acho que seja legal. Não sei se há chance de isso mudar, mas espero que sim. Que as pessoas possam crescer com outros valores familiares”, deseja a jovem, que por namorar o empresário brasileiro André Pimentel, 35 anos, vem acompanhando fielmente a produção cinematográfica brasileira.

“Gostei muito do filme”, elogia. “Pelo cinema você pode aprender muito sobre a cultura, as pessoas, a vida dos brasileiros. E quanto mais eu aprendo, mais amo”, diz a russa, que já viu também “Budapeste”, “Cidade de Deus” e “Se eu fosse você”, entre outros.

De fato, “Favela on blast” deixa o espectador em contradição. Se causa desconforto ao mostrar a vulgaridade e a exposição do sexo nos bailes funk, conquista o público com um retrato autêntico e honesto da cultura popular brasileira. Dilema solucionado de forma simples, pela colocação de um dos MCs entrevistados pelos cineastas: a certa altura do longa, ele diz que fora questionado por um repórter que afirmava que a poesia da favela havia terminado. “Em que mundo você vive? Você quer que eu cante o quê? ‘Alvorada lá no morro que beleza’?”, dispara, citando verso famoso da canção de Cartola.

Nascido no Brasil e vivendo nos Estados Unidos há cinco anos, o artista plástico Renê Nascimento acredita que expor os problemas é uma forma de caminhar rumo às soluções. “A gente sempre quer mostrar para o estrangeiro o que a gente tem de melhor, que somos um grande país, bonito, rico, elegante. Mas tudo isso acontece, sim. É verdade. Então, acho que tem que mostrar. É a única maneira de tentar resolver essa questão. Tampar o sol com a peneira não adianta.”

Pimentel divide com a namorada a expectativa de que a situação de miséria do país melhore. “[Ver o filme] me faz querer que o Brasil fosse um pouco igual aos Estados Unidos, culturalmente evoluído. Minha sensação é o desejo de que as coisas fossem melhores, que as pessoas tivessem um outro tipo de influência cultural”, afirma.
Festival de cinema brasileiro em NY se encerra nesta sexta (7)
O Cine Fest Petrobras Brasil-NY encerra sua programação nesta sexta-feira (7), com uma última rodada de seis longas-metragens e um curta.

Após a exibição dos longas, acontecerá a premiação de melhor filme, escolhido de acordo com o voto do público que compareceu às sessões do evento, iniciado na segunda-feira. O vencedor poderá ter seu filme distribuído nos Estados Unidos.

A programação desta sexta-feira inclui os documentários “Simonal – Ninguém sabe o duro que dei” e “Coração valente” –sobre Caetano Veloso. Há ainda “Budapest”, filme de Walter Carvalho baseado no livro homônimo de Chico Buarque, e “Divã”, que traz Lilia Cabral no papel principal.

Sediado no Tribeca Cinemas, em Nova York, o festival reuniu os hits desta temporada do cinema brasileiro, com uma lista de filmes que inclui ainda “Romance”, de Guel Arraes, “Loki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, e “Se fosse você 2”, que abriu a mostra em evento realizado no domingo, no Central Park.
Diretor John Hughes morre aos 59 anos

O diretor de cinema John Hughes morreu nesta quinta-feira (6), em Nova York. Aos 59 anos, ele sofreu um infarto. De acordo com a revista "Variety", ele estava de férias na cidade e teria passado mal quando fazia uma caminhada matinal.

O cineasta ficou conhecido por dirigir sucessos dos anos 1980 como "Curtindo a vida adoidado", "Clube dos cinco" e "Mulher nota 1.000". Ele também é lembrado como roteirista e produtor da série de comédias "Esqueceram de mim", estrelada por Macaulay Culkin e lançada em 1990.

Como diretor, Hughes ainda trabalhou em "Gatinhas e gatões" (1984) e "Antes só que mal acompanhado" (1987), entre outros. Mais recentemente, ele atuou como roteirista em longas como "Meu nome é Taylor, Drillbit Taylor" (2008), com Owen Wilson, e "Encontro de amor" (2002), com Jennifer Lopez.

Hughes deixa dois filhos, John e James, que teve com sua mulher Nancy Hughes, com quem foi casado por 39 anos.
Leonardo DiCaprio e Ridley Scott preparam ficção científica juntos

O ator Leonardo DiCaprio e o diretor Ridley Scott estão trabalhando juntos em um novo projeto. De acordo com informações da publicação "Hollywood Reporter", a dupla planeja levar aos cinemas uma ficção científica baseada no livro "A brave new world", de Aldous Huxley, escrito em 1931.

Scott vai dirigir o longa-metragem, e DiCaprio vai protagonizar e produzir o filme. Os dois trabalharam juntos recentemente em "Rede de mentiras".

Considerado um clássico da literatura, "A brave new world" é ambientado no século 26 e mostra um mundo dividido em castas, em que um psicólogo de um grupo inferior se apaixona por uma mulher de um superior. Embora tenha tido diversas versões para a TV, o romance nunca foi adaptado para o cinema.

A história será adaptada por Farhad Safinia, roteirista da superprodução "Apocalypto", dirigido por Mel Gibson.

Atualmente, Ridley Scott (que dirigiu "Alien" e "Blade Runner", entre outros) está filmando um drama inspirado em Robin Hood estrelado por Russell Crowe.


Em 'Moscou', Eduardo Coutinho radicaliza jogo de cena
Eduardo Coutinho é figura única no cinema brasileiro. Mais do que um documentarista, é um investigador. Seus longas, como "Cabra marcado para morrer" (1984), "Santo forte" (1999), "Edifício Master" (2002) e "Peões" (2004), nada mais são do que conversas ou, como diz o cineasta, pessoas contando histórias.
Em 2007, no entanto, surpreendeu com um filme que parte de uma idéia simples para atingir resultados complexos, explorando uma fronteira tênue entre realidade e ficção ou, até mesmo, encenação. Trata-se de "Jogo de cena", no qual mulheres contavam histórias de suas vidas ou representavam episódios vividos por outras pessoas.
Em seu novo trabalho, "Moscou", que estreia em São Paulo e Rio nesta sexta-feira (7), Coutinho vai além nessa sua investigação e rompe qualquer linha que possa existir entre o real e o encenado.

Grupo Galpão
Coutinho propôs ao grupo mineiro de teatro Galpão documentar o ensaio de uma peça de sua escolha, no caso "As três irmãs", clássico russo de Anton Tchecov. Já o diretor do ensaio foi escolhido pela trupe: Enrique Diaz, com quem eles nunca haviam trabalhado.
O resultado que se vê na tela é singular. O filme não é o making of da montagem da peça, mas uma investigação sobre a relação entre arte e realidade. Numa leitura mais profunda, busca explorar a importância da memória na vida do indivíduo.
Logo no começo do filme, numa de suas poucas intervenções, Coutinho deixa claro para os atores do Galpão e para o público do filme que o objetivo não é montar "As três irmãs", mas trabalhar o processo de montagem de uma peça que nunca será encenada.
O que "Moscou" traz, então, são ensaios e exercícios que Diaz propõe aos atores, como se estivesse montando a peça. Mas Coutinho não é um documentarista que se contenta em colocar a câmera na frente de seu objeto, no caso os atores, e simplesmente documentar.

Inquietação humana
Suas pesquisas vão bem além de simplesmente mostrar como se monta uma peça. Isso, aliás, passa longe de "Moscou".
O filme explora a inquietação da alma humana. O texto de Tchecov, escrito no início do século 20, mostra uma família em decadência que teve de abandonar a capital russa e mudar-se para o interior. O sonho de voltar para a cidade grande persegue os personagens. Dessa forma, Moscou representa não apenas a riqueza perdida, as glórias do passado, como também a utopia, o inatingível.
Na peça, há um irmão, Andrei, que vive à sombra delas. O sonho do rapaz é ser professor na universidade de Moscou, assim como o delas. No palco, três atrizes do grupo Galpão interpretam Olga, Masha e Irina. Outros atores e atrizes revezam-se nos demais papéis - embora nem todos os personagens de Tchecov tenham chegado à montagem final de "Moscou".
As peças e contos do escritor russo giram em torno de pessoas simples e suas vidas sem muitas alegrias, consumidas pelo cotidiano. Coutinho também é um cineasta que sempre trabalhou com a vida das pessoas simples, força motriz de seu cinema.

Imagens pessoais
No processo de ensaio com os atores, um dos exercícios propostos por Diaz consiste na apresentação de fotos pessoais que contam histórias a partir das imagens.
Numa das primeiras cenas, um rapaz mostra uma fotografia e diz ser de Moscou - jamais saberemos se é verdade, mas isso não importa. Ele conta que morou na capital russa e, quando voltou, anos mais tarde, sentiu muita dor ao ver o cinema que frequentava sendo demolido. A fala é também metafórica.

"Moscou" é especialmente um filme sobre a desconstrução da arte: observar o teatro por partes, o que compõe uma encenação, sem nunca chegar ao clímax, o contato com o público.
Coutinho radicaliza a proposta de "Jogo de cena", que era um filme de diálogo mais fácil com o público, até mesmo mais popular. Mas, se por um lado "Moscou" é mais cerebral ao explorar, entre outras coisas, a relação entre a vida, a arte e a memória, por outro, a experiência é recompensadora em igual medida a quem se dispuser a embarcar nessa viagem.
'O contador de histórias' revê vida de ex-menino de rua
A desastrosa política do menor no Brasil desde os anos 1970 é posta em foco neste filme de Luiz Villaça ("Por trás do pano" e "Cristina quer casar"), fixando-se na impressionante biografia de Roberto Carlos Ramos, uma rara história de um ex-menor de rua com final feliz. O filme entra em circuito nacional nesta sexta-feira (7).
Nascido nos anos 1970 em Belo Horizonte, Roberto era o caçula de uma família pobre com muitos filhos. Entregue à Febem (Fundação para o Bem-Estar do Menor) pela mãe, pessoa simples e ignorante que acreditava que ele teria um futuro melhor ali dentro, ele encarou o abandono e a violência, que no seu caso incluiu espancamentos, detenção em solitária e até estupro.
Analfabeto até os 13 anos, Roberto escapou deste quase sempre invencível círculo vicioso devido à intervenção de uma pedagoga francesa, Margherite Duvas (a atriz portuguesa Maria de Medeiros, de "O Xangô de Baker Street").
Graças a ela, estudou e conseguiu tornar-se, anos depois, um contador de histórias conhecido internacionalmente. Imitando a generosidade de sua protetora, ele mesmo adotou mais de 20 meninos - alguns que, como ele, já haviam sido tachados de "irrecuperáveis".

Adaptação

Os três garotos que interpretam o protagonista - Marco Antônio Ribeiro, Paulinho Mendes e Cleiton Santos - dividiram o troféu de melhor ator no Festival de Paulínia 2009, onde o filme também ganhou um Prêmio Especial do Júri.
Pontuada de incidentes trágicos mas também engraçados, a biografia de Ramos sofreu diversas adaptações neste roteiro, escrito por quatro profissionais - além do diretor Villaça, também José Roberto Torero, Maurício Arruda e Mariana Verissimo.
Condensa, por exemplo, num único personagem, a pedagoga Pérola (Malu Galli, da minissérie de TV "Queridos amigos"), a figura de diversas outras educadoras que passaram pela vida do menino, no período em que entrava e saía da Febem.
Apesar disso, "O contador de histórias" incorpora também um elemento documental ao inserir a narração em off do próprio protagonista e em sua aparição, na sequência final.

Narrativa

Um traço que alivia a narrativa é materializar as fantasias do menino - que são muitas e extremamente imaginativas - com o uso de animação e de recursos como música e figurino. Isto acontece, por exemplo, numa cena de assalto a banco em que os ladrões se vestem no estilo do grupo Jackson Five, ao som da música "Sá Marina", na voz de Wilson Simonal, recuperando também o clima dos anos 70.
Eventualmente, se pode ter a sensação em alguns momentos de que o comportamento da pedagoga é um tanto ingênuo - como na sequência em que um menor perigoso (Shady's Victor) entra em sua casa. Mas é importante lembrar que, além de estrangeira, vinda portanto de outra cultura, a história se passa há cerca de 30 anos. Por conta da inoperância das políticas para o menor no Brasil, infelizmente, a violência e criminalidade neste setor têm crescido de modo trágico.
Tal como aconteceu a Ramos, o filme começou a mudar a vida também de pelo menos um de seus atores-mirins, que nele estrearam. Paulinho Mendes, que o interpreta aos 13 anos, foi convidado a um estágio de atuação de seis meses no Grupo Galpão, de Belo Horizonte.
Uma Thurman volta à comédia com 'Marido por acaso'
Uma Thurman parece não querer largar tão cedo o vestido de noiva. Depois de interpretar nos dois "Kill Bill" uma personagem chamada de A Noiva, ela assume novamente o vestido branco e marcha rumo ao altar na comédia romântica "Marido por acaso", que estreia em circuito nacional nesta sexta-feira (7).
Desta vez, a atriz é a dra. Emma, uma psicóloga a um passo de casar-se com o homem que considera seu grande amor, o editor Richard (Colin Firth, de "Mamma Mia!"). Ela comanda um programa de rádio no qual distribui conselhos amorosos a mulheres mal amadas e afins. Tudo vai bem até ela sugerir a uma ouvinte que pense duas vezes antes de se casar.

Vingança
A moça desmancha seu casamento com o bombeiro Patrick (Jeffrey Dean Morgan, de "Watchmen") e este decide vingar-se da psicóloga.
Com ajuda de um garoto que parece saber tudo de internet, Patrick falsifica documentos e forja um falso casamento com Emma. Quando a psicóloga e Richard vão oficializar sua união, são avisados de que ela não é solteira. Para cancelar o casamento, o bombeiro deverá assinar uma série de formulários. Antes, ele tem alguns planos para infernizar a vida de Emma e dar seu troco.
Por uma coincidência - daquelas que só acontecem em filmes - Patrick deverá passar-se por Richard - para, aliás, defender o emprego do editor.

O bombeiro e a psicóloga começam a ficar mais tempo juntos para enganar um casal de alemães (vividos por Isabella Rosselini e Kier Dullea, cujo crédito mais famoso é o astronauta de "2001 - Uma odisséia no espaço"). Surpresa das surpresas: Patrick se apaixona por Emma, e vice-versa.

De acordo com a cartilha do gênero

"Marido por Acaso" é uma comédia romântica e, como tal, todos sabem o que vai acontecer no final. O 'como vai acontecer' não é tão difícil assim de imaginar.
Emma fica balançada, pois sempre planejou sua vida nos mínimos detalhes. Assim, na sua cabeça, Richard é o cara ideal para ela, um sujeito certinho, além de editor do seu livro que acaba de ser publicado e é um sucesso.

Por outro lado, o bombeiro Patrick é um romântico inveterado e surpreendente, como Emma esqueceu que uma pessoa pode ser - o que traz a excitação que faltava na vida dela.
Dirigido por Griffin Dunne ("Da magia à sedução"), "Marido por acidente" passa longe do brilho de comédias como "O pecado mora ao lado" (55), de Billy Wilder, e "Jejum de amor" (40), de Howard Hawks, que elevaram o gênero a um patamar superior. Na falta de um diretor desse quilate hoje, o carisma de Uma Thurman torna-se a única compensação.
‘G.I. Joe’ leva heróis e vilões de Comandos em Ação às telas de cinema



Depois de “Transformers”, chega a vez dos bonecos G.I. Joe ganharem um filme para chamar de seu. Nos cinemas a partir desta sexta-feira (7), a superprodução “G.I. Joe – A origem de Cobra” dá vida à linha de brinquedos, que ganhou o nome Comandos em Ação no Brasil e fez sucesso com a criançada nos anos 1980 e 1990.


Dirigido por Stephen Sommers (de “A múmia” e “Van Helsing”), o filme traz as aventuras de uma tropa de elite americana que usa equipamentos de alta tecnologia para derrubar um poderoso fornecedor de armas que promete destruição.




O elenco tem Dennis Quaid, Channing Tatum, Marlon Wayans e Joseph Gordon-Levitt, além da vilã Sienna Miller - com os cabelos escuros, quase irreconhecível - e da mocinha Rachel Nichols, que servem para quebrar a overdose de testosterona com figurinos coladíssimos ao corpo. Como sugere o subtítulo, a trama de “G.I. Joe – A origem de Cobra” foca na gênese dos vilões Comandante Cobra, Destro e Baronesa, que almejam dominação mundial por meio do tráfico de armas ultramodernas, baseadas na nanotecnologia biológica.




Quem acompanhou os personagens no desenho animado pode se decepcionar com a adaptação, que passa longe da fidelidade. Já quem não é um iniciado no mundo de Comandos em Ação pode se ver perdido em meio ao excesso de personagens e subtramas que pipocam na tela durante as duas horas de projeção. A confusão é tão grande que faz até um presidente americano com sotaque britânico passar (quase) despercebido. Entretanto, em ambos os casos, o público terá pelo menos um deleite: as sequências de ação ambientadas em Paris, que fazem valer o ingresso. Segundo os produtores, só elas levaram 14 dias para serem filmadas e boa parte dos US$175 milhões do orçamento. Tudo bem que, na verdade, as cenas parisienses foram rodadas em uma cidadezinha da República Checa. Afinal, em “G.I. Joe” nada é bem o que parece, nem no visual, nem na história.




Nostalgia e ação
A adaptação certamente falará alto aos corações nostálgicos de quem brincou com os bonecos na infância, mas isso não significa que sairão satisfeitos do cinema, como sugere o fato de o estúdio ter evitado submeter o longa aos críticos de Hollywood, para escapar de resenhas negativas.

Assim como em “Transformers” - que tem o mesmo produtor, Lorenzo di Bonaventura - , “G.I. Joe” coloca os efeitos especiais no centro das atenções, transformando o roteiro em uma sequência irregular de deixas para a exibição de manobras visuais (nem sempre perfeitas, aliás).
Roteirista ganhador do Oscar Budd Schulberg morre nos EUA

O premiado roteirista e escritor norte-americano Budd Schulberg morreu nesta quarta-feira (6) em Nova York, aos 95 anos, depois de passar mal em sua casa.
Ele foi autor do roteiro de "Sindicato de ladrões" ("On the waterfront"), filme premiado com o Oscar em categorias como Melhor filme, melhor roteiro e Melhor direção.

Schulberg faleceu em um hospital de Long Island para onde foi transferido horas antes, informou ao "New York Times" sua esposa Betsy Schulberg. Filho de B.P. Schulberg, que foi o poderoso presidente da Paramount, Budd Schulberg ficou famoso por seus romances "What makes Sammy run?" (1941) e "The harder they fall" (1947). "Sindicato de ladrões", dirigido em 1954 por Elia Kazan e protagonizado por Marlon Brando, é considerado uma obra-prima do cinema americano e narra a corrupção da máfia e dos sindicatos nos cais de Nova York. Recebeu 12 indicações para o Oscar e ganhou oito estatuetas, incluindo de melhor roteiro. Escreveu, além disso, os roteiros "Um rosto na multidão" (1957) e "Winter Carnival" (1939). Schulberg foi durante um tempo membro do Partido Comunista, mas, posteriormente, o abandonou e durante a chamada "caça às bruxas" nos Estados Unidos delatou seus ex-companheiros.
Festival de cinema brasileiro em NY tem dia musical
A programação do Cine Festa Petrobras Brasil-NY está musical nesta quinta-feira (6). Serão exibidos “Orquestra dos meninos”, às 20h30, e “Loki”, às 22h.

O primeiro, protagonizado por Priscila Fantin e Murilo Rosa, conta a história da orquestra criada pelo maestro Mozart Vieira, no Nordeste do Brasil. Já “Loki” reconta a trajetória de Arnaldo Baptista, fundador dos Mutantes.

Haverá, ainda sessão de “Favela on blast”, longa-metragem assinado pela dupla leandro HBL e Wesley Pentz, que retrata a cultura em torno do funk carioca.

O penúltimo dia do festival traz ainda “Hotxuá”, filme sobre índios dirigido por Letícia Sabatella e Gringo Cardia; “Fronteira”, de Rafael Conde; e “Praça Saens Peña”, de Vinicius Reis. Confira no site do evento a programação completa.

O Cine Festa Petrobras Brasil-NY reúne hits da produção nacional durante uma semana de exibições realizadas no Tribeca Cinemas, em Nova York. O vencedor do festival será anunciado na próxima sexta-feira (7), durante a cerimônia de encerramento do evento.
Filme vencedor de festival em NY ganhará os cinemas dos EUA
O filme brasileiro que, na próxima sexta-feira (7), for anunciado como o vencedor do Cine Fest Petrobras Brasil-NY deve ganhar distribuição em oito cidades dos Estados Unidos. O prêmio se deve a uma parceria entre a Inffinito, empresa que organiza o festival, e a Maya Entertainment, empresa norte-americana voltada ao mercado latino.

“O vencedor do Cine Fest Petrobras Brasil-NY 2009 será premiado com a inclusão em um programa nacional de distribuição, com um total de seis filmes que chegarão a oito cidades dos Estados Unidos –incluindo as principais, como Nova York, Los Angeles e Miami”, explica Tonantzin Esparza, diretora de aquisições da companhia.

A parceria teve início neste ano, dando continuidade ao longo trabalho de buscas feito por Esparza nos festivais do mundo todo, atrás de produções independentes de origem latino-americana que possam ser bem-sucedidas no mercado dos Estados Unidos.

“Vou a todos os festivais, a Sundance, Tribeca, NY Latino Film Festival, Miami International Festival, Toronto … Sempre procurando filmes que tenham boas chances de comercialmente atravessar o país. Selecionamos filmes independentes, de gêneros diferentes, com grandes atores, belas histórias, alto nivel de produção. Buscamos filmes que divirtam o público e tragam um cinema de culturas diferentes da América Latina para os Estados Unidos”, explica a diretora, que tem como seu favorito na programação do evento o longa “Divã”.

No Cine Fest Petrobras Brasil-NY, o grande vencedor é escolhido pelo voto popular. “Geralmente em festivais como Sundance ou Tribeca, o prêmio de melhor filme é dado pelo público, que se não gosta diz isso claramente, e se gosta diz que amou.”

Adriana Dutra, diretora do festival, afirma que a premiação colocou com o Cine Fest em um novo patamar. “Um de nossos maiores objetivos é criar oportunidade de negócios para o cinema brasileiro, mas isso é um trabalho de formiguinha, anos após ano. Essa parceria coloca o festival em um outro patamar. Esses eventos são importantes na medida em que ganham visibilidade, criam plateia e proporcionam negócios. Essa é uma oportunidade importantíssima.”

Para Dutra, atualmente o Brasil tem “uma visibilidade muito interessante no mercado internacional”. “É visto como um país de pessoas ‘cool’, cosmopolitas, bonitas, quentes, simpáticas. Esse é o Brasil que os estrangeiros conhecem. E não só os americanos, mas o mundo todo.” Esparza concorda quanto ao interesse estrangeiro pelo que é feito no país. “Acho que as pessoas têm muito interesse em ver mais filmes feitos na América Latina, mas poucos têm chegado ao mercado. Esse é nosso desafio”, afirma.

Ela diz que, assim que o vencedor for anunciado, se sentará com os produtores responsáveis para negociar a parceria na colocação do longa no mercado cinematográfico norte-americano. A concretização do projeto depende apenas dos dois lados entrarem em acordo.
‘Se nada mais der certo’ vence Cine Ceará 2009

“Se nada mais der certo”, longa dirigido por José Eduardo Belmonte e protagonizado por Cauã Reymond, foi o principal vencedor da 19ª edição do festival Cine Ceará. Em cerimônia realizada em Fortaleza na noite desta terça-feira (4), o filme recebeu os troféus de Melhor longa, Melhor direção, Melhor montagem e Melhor ator, além de ganhar o único prêmio em dinheiro, no valor de US$ 10 mil (R$ 18 mil). Na categoria Prêmio da crítica o vencedor foi o longa “Humerto Teixeira – O homem que engarrafava nuvens”, de Lirio Ferreira, ao lado do curta “Superbarroco”, de Renata Pinheiro. O longa ainda recebeu os troféus de Melhor roteiro e Melhor som, além dos prêmios Oscarito (dado pela Câmara Municipal de Fortaleza) e do BNB (Banco Nordeste do Brasil).

Na mostra competitiva de curtas, “Superbarroco” ainda levou os troféus de Melhor ator (para Everaldo Pontes) e Melhor direção de arte. O Melhor curta-metragem foi “Os sapatos de Aristeu”, que ainda faturou os prêmios de Melhor montagem e Melhor roteiro. Confira abaixo a lista completa de vencedores:


Mostra Competitiva de Longa-Metragem


Melhor longa-metragem: “Se nada mais der certo”, de José Eduardo Belmonte


Melhor direção: José Eduardo Belmonte – “Se nada mais der certo”


Melhor fotografia: Jorge Crespo - “Haroldo Conti – Homo viator” (Argentina)


Melhor montagem: Frederico Ribeincher - “Se nada mais der certo”


Melhor roteiro: Lírio Ferreira” - “O homem que engarrafava nuvens”


Melhor trilha sonora: Antônio Pinto - “Á deriva”


Melhor som: Zezé Dalice e Waldir Xavier - “O homem que engarrafava nuvens””


Melhor direção de arte: Erick Grass - “Os deuses quebrados” (Cuba)


Melhor ator: Cauã Reymond - “Se nada mais der certo”


Melhor atriz: Annia Bú - “Os Deuses Quebrados”


Mostra Competitiva de Curta-Metragem


Melhor curta-metragem: “Os Sapatos de Aristeu”, de René Guerra


Melhor direção: Gilberto Scarpa - “Os filmes que não fiz”


Melhor fotografia: Ivo Lopes - “A montanha mágica”


Melhor montagem: Vinicius Calderoni - “Os sapatos de Aristeu”


Melhor roteiro: René Guerra - “Os sapatos de Aristeu”


Melhor som: Alessandro Laroca - “Silêncio e sombra”


Melhor direção de arte: Dani Vilela e Karen Araujo - “Superbarroco”


Melhor ator: Everaldo Pontes - “Superbarroco”


Melhor atriz: Ceronha Pontes - “A mulher biônica”


Menção honrosa: “Sweet Karolynne”, de Ana Barbara Ramos


Melhor produção cearense: “A Mulher bionica”, de Armando Praça


Melhor curta da Mostra Fortaleza Verde Imagem: “As crianças e a mata”, de Gerardo


Damasceno Prêmio da Crítica – Curta: “Superbarroco”


Prêmio da Crítica – Longa: “O homem que engarrafava nuvens”


Prêmio Especial do Júri: “Coração do tempo”, de Alberto Cortés (México)


Prêmio Oscarito da Câmara Municipal de Fortaleza: “O homem que engarrafava nuvens”.


Prêmio BNB: “O homem que engarrafava nuvens”.


Pitching Globo Filmes – Cine Ceará: “Menino no espelho”


Prêmio Aquisição Canal Brasil: “O sapato de Aristeu”
Filme inédito dirigido por Leticia Sabatella é destaque em festival de NY

OLÁ GALERA, AQUI VAI MAS UMA MATÉRIA DO FESTIVAL QUE TA ROLANDO EM NOVA YORK, DO CINEMA BRASILEIRO.


O destaque do terceiro dia de Cine Fest Petrobras Brasil-NY, evento que reúne os destaques do cinema brasileiro nos Estados Unidos, é “Hotxuá”, filme dirigido por Letícia Sabatella e Gringo Cárdia. O longa, ainda inédito, tenta fazer um registro poético sobre a tribo indígena Krahô, que vive no Norte do Brasil. A tribo tem como tradição designar um sacerdote do riso, afim de fortalecer e unir o grupo por meio da alegria, do abraço e da conversa. O documentário reúne alguns depoimentos dos índios, mostrando suas crenças e seu dia-a-dia. A sessão está programada para as 20h30. A quarta-feira (5) ainda terá a exibição de “Orquestra dos meninos”, com Priscila Fantim e Murilo Rosa, e “Veronica”, de Mauricio Farias. Alem disso, haverá as reapresentações de “A erva do rato”, “Romance” e “Budapeste”.
Primeiro filme financiado pelo Hamas estreia em Gaza
O primeiro filme financiado pelo grupo palestino Hamas estreou na Faixa de Gaza, depois de meses de dificuldades nas filmagens no território palestino.
Imad Aqel, que teve sua première no sábado, custou US$ 120 mil e foi escrito por um dos principais líderes do Hamas.
O filme foi rodado ao longo do ano passado e quatro de seus atores morreram na ofensiva israelense contra Gaza, em janeiro.
O diretor do filme disse ter esperança de inscrevê-lo no Festival de Cinema de Cannes deste ano.
Aplausos
A produção conta a história de Imad Aqel, militante da organização visto como herói pelos palestinos e como terrorista por Israel.

Militante do Hamas, ele esteve envolvido em vários ataques contra alvos israelenses no início dos anos 90.

Israel o acusa de ser culpado pela morte de 13 soldados e colonos judeus.
Depois de uma longa operação de busca, seu esconderijo em Gaza foi cercado por forças israelenses em 1993 e ele foi morto aos 22 anos.
Segundo jornais da Faixa de Gaza, a cena que mais provocou aplausos e gritos do público foi quando um dos personagens diz: "Matar soldados israelenses é adorar a Deus".
O Hamas é dono de uma formidável rede de comunicação, tendo sob seu controle uma emissora de televisão, uma rede de rádio e vários jornais.
No que descreve de "cultura da resistência", a organização também patrocina festivais de arte, peças de teatro e livros de poesia - a maioria sobre as condições de vida em Gaza.
Em NY, mulheres fazem fila para tentar vaga no filme 'Sex and the city 2'









Os produtores do filme "Sex and the city 2" atraíram uma multidão de mulheres de diversas idades ao Metropolitan Pavilion, em Nova York, nesta terça-feira (4)







Os testes para atuar como figurante na sequência de "Sex and the city" vão acontentecer durante todo o dia, reunindo atrizes profissionais e mulheres comuns

Até mulheres idosas foram atraídas pelo anúncio dos produtores, que buscam principalmente aquelas que possam parecer modelos, fashionistas, celebridades e lésbicas

Diretor de 'Duro de matar 2' vai fazer filme sobre guerra russo-georgiana

A guerra que opôs a Rússia à Geórgia em agosto de 2008 será o tema do próximo filme de Renny Harlin, diretor de sucessos como "Duro de matar 2", com Bruce Willis, e "Risco total", com Sylvester Stallone, anunciou nesta terça-feira (4) a revista "Variety".
O filme, que será rodado em regiões próximas à zona do conflito, será sobre um jornalista e um cinegrafista americanos encarregados de cobrir a guerra entre os dois países. Os atores estão sendo selecionados.
A Geórgia lançou na noite de 7 de agosto uma ofensiva para retomar o controle da Ossétia do Sul, um território separatista pró-russo. A Rússia respondeu com um ataque militar contra a Geórgia.
Renny Harlin explicou à "Variety" que o objetivo deste filme será emitir "uma poderosa declaração pacifista".
Hugh Jackman fará comédia musical sobre fundador do circo Barnum

O ator australiano Hugh Jackman, mais conhecido como o Wolverine dos "X-Men", vai viver o empresário e homem do espetáculo americano P.T. Barnum em uma comédia musical especialmente escrita para ele.
P.T. Barnum, falecido em 1891 aos 81 anos, é uma figura lendária no mundo do espetáculo americano, principalmente pelo circo que criou e que leva seu nome.
Hugh Jackman, 40 anos, mostrou todo seu talento de cantor e dançarino ao apresentar a última edição do Oscar.
"The greatest showman on earth" será produzido pela Fox dentro do padrão mais tradicional das comédias musicais hollywoodianas, informou a revista "Variety".

O longa-metragem tem roteiro de Jenny Bicks (de "Sex and the city") e produção de Laurence Marks (de "Dreamgirls").
Festival de Turim dará prêmio especial a Emir Kusturica
O diretor sérvio Emir Kusturica, mestre do realismo mágico, receberá em novembro o prêmio "8 1/2" do Festival de Cinema de Turim (norte da Itália), anunciaram os organizadores.
Criado em homenagem ao diretor de cinema italiano Federico Fellini, autor do famoso "8 1/2 de Fellini", o prêmio será concedido ao cineasta sérvio por "sua linguagem renovadora e sua capacidade de criar novas tendências no cinema moderno".
O cineasta receberá o prêmio durante a cerimônia de inauguração do festival, em 13 de novembro, das mãos do diretor do evento, o cineasta italiano Gianni Amelio.
Depois de Chico Buarque, Walter Carvalho filma Raul Seixas

Segunda-feira (3) foi o dia de Walter Carvalho no Cine Fest Petrobras Brasil-NY, evento que exibe filmes brasileiros nos Estados Unidos. Dois de seus longas estavam na programação: "A erva do rato", em que assina a fotografia, e "Budapeste", baseado no livro homônimo de Chico Buarque, que ele dirige. "Esta é a primeira vez que participo deste festival, está sendo uma experiência nova. Quero dar minha contribuição a esse foco de resistência do cinema nacional com trabalho." A sessão de "Budapeste" estava lotada e Carvalho foi muito aplaudido ao discursar antes da exibição do longa. "Agora é só soltar os demônios", disse. "E quero fazer um pedido: que vocês gostem do filme". "Budapeste" é uma das produções na competição. A vencedora será eleita pelo público e o prêmio será a distribuição em algumas cidades dos Estados Unidos. "É genial, porque possibilita um novo olhar sobre o filme, de um outro público. Filmes são feitos para serem vistos. Esse prêmio é muito importante."


O cineasta está nos Estados Unidos não apenas para o festival. Ele vem trabalhando em seu novo longa, um documentário sobre Raul Seixas. "Três das cinco ex-mulheres dele vivem aqui, vim para entrevistá-las", conta. Antes disso, o cineasta esteve na Suíça, onde conversou com Paulo Coelho, ex-parceiro do cantor. "Eles tinham uma relação harmoniosa e, ao mesmo tempo, conflitante. Como são as relações de amor e paixão." Carvalho afirma que o escritor lhe contou que normalmente suas entrevistas não passam de 45 minutos. E comemora: "Fiquei conversando com ele duas horas e meia, lá na casa dele. Foi ótimo". As filmagens do documentário foram encerradas, e o cineasta espera que o longa esteja pronto até o fim do ano. "Acho que não conseguiremos lançá-lo ainda neste ano, mas no início de 2010 deve chegar aos cinemas."
Caetano Veloso é destaque em segundo dia
O destaque do segundo dia do Cine Fest Petrobras Brasil-NY é "Coração vagabundo", documentário de Fernando Grostein Andrade sobre Caetano Veloso. Os ingressos para a sessão, que acontece às 18h30 desta terça-feira (4), estão sendo disputados pelo público e também por convidados. Artistas brasileiros e fãs de Caetano que vivem nos Estados Unidos, como a atriz Alice Braga, devem estar presentes na exibição.

Ainda no quesito música, a última sessão da noite traz outro documentário: "Simonal - Ninguém sabe o duro que dei". A programação desta terça inclui ainda "Praça Saens Peña", "Favela on blast" e "Fronteira", além da reexibição de "Divã", que abriu a programação na segunda-feira.
Com filmes e baladas, cinema de Robert De Niro abriga festival brasileiro

OLÁ GALERA, TENHO CERTEZA QUE VOCÊS ASSIM COMO EU APROVA E GOSTA MUITOOO DO CINEMA NACIONAL. LEIA A MATÉRIA A BAIXO !!!!!!! MUITOOOOOOOOOO LEGAL.


Esqueça os cinemas tradicionais, com poltronas individuais, silêncio e ar austero. No Tribeca Cinemas, conjunto de salas localizado em Nova York, o conceito é diferente: lá o público pode encontrar filmes e baladas. Propriedade do ator Robert De Niro e de mais dois sócios, o cinema está sediando, nesta semana, o Cine Fest Petrobras Brasil-NY, mostra que reúne curtas e longas brasileiros.


É um festival de cinema de bom tamanho e temos um bom espaço. Podemos exibir dois filmes ao mesmo tempo e organizar festas. É simples para nós, porque eles [a organização do festival brasileiro] sabem o que estão fazendo. E nós facilitamos ainda mais o trabalho deles, sendo um espaço único que abriga tudo o que eles precisam", explica Kerry Stewart, gerente de marketing do Tribeca Cinemas.


Além das duas salas de cinema, uma com capacidade para cem pessoas e outra para 130, o cinema tem uma espécie de "lounge", com um bar, que é utilizado para festas. Há, inclusive, uma cozinha nos fundos, estrutura para quem pretende oferecer comes, além dos bebes. Como se não bastasse, há ainda um espaço cheio de computadores, utilizados em workshops de cinema, e uma galeria de arte, que abriga exposições.
"Conseguimos este espaço em novembro de 2003, fizemos algumas reformas e reabrimos em abril de 2004. Os donos querem que sejamos uma espécie de lar para os bons filmes independentes que saem em Nova York e também nos outros lugares do mundo", afirma Kerry.
Segundo a gerente, De Niro acompanha de perto tudo o que acontece no Tribeca Cinemas, e pode ser visto por lá vez outra "quando há eventos e festas". "Mas normalmente é nossa equipe que organiza tudo, inclusive o Tribeca Film Festival", afirma, referindo-se à mostra anual de filmes alternativos realizada no local.

Pedido de casamento

Além das exibições abertas ao público, o Tribeca Cinemas abriga também eventos privados, inclusive servindo de salão de festas para aniversários e pré-estreias de filmes. "Nosso espaço pode ser alugado, então, se você faz um filme e quer exibi-lo para seus amigos, você pode fazer uma sessão aqui. Já tivemos também algumas propostas de casamento", lembra Kerry, divertindo-se com o ocorrido.
"Um cara fez um curta sobre como ele e a mulher se conheceram e se apaixonaram. Ele a surpreendeu na sala de cinema e a pediu em casamento. Ela aceitou e, quando as luzes se acenderam, todos os amigos e familiares estavam na sala, usando máscaras e fantasias."

Sem legendas
Na sala de projeção do Tribeca Cinemas trabalham Ryan Garfman e Scott Riedel. No fundo do ambiente, o descanso de tela do computador remete a "Matrix", com uma série de letras verdes descendo pelo monitor. Riedel comenta sobre o Brasil e diz que São Paulo é uma cidade violenta. Cita com detalhes o caso do boxeador morto e conta que a polícia recentemente desvendou uma rede de prostituição internacional. Lembra-se de "Garapa", filme de José Padilha sobre a fome e a miséria no Nordeste.
Diz que é apaixonado por cinema, mas que não tem paciência de ler legendas. "Não assisto a tudo que passa aqui. Depende se trata de algum assunto que me interessa. Se for filme japonês de luta, pode esquecer. Não tenho paciência para ler legenda. Acho que o único filme que eu vi inteiro e li todas as legendas foi 'A vida é bela' (1997)", diz, ainda encantado pela longa de Roberto Benigni.
Filme sobre John Lennon vai fechar Festival de Londres

O filme "Nowhere boy", sobre a vida de John Lennon, vai encerrar o Festival de Cinema de Londres deste ano, anunciaram organizadores do evento nesta segunda-feira (3).

O longa-metragem retrata Lennon aos 15 anos, morando em Liverpool, e explora o relacionamento do músico com sua mãe, Julia, e sua tia Mimi, que o criou.

"Nowhere boy" é o longa de estreia do artista plástico Sam Taylor-Wood, e traz o novato Aaron Johnson no papel de Lennon. Kristin Scott Thomas interpreta Mimi, e Anne-Marie Duff vive Julia.

O roteiro é baseado no livro "Imagine this: Growing up with my brother John Lennon", escrito por Julia Baird, uma das irmãs do ex-Beatle.
O livro de Julia Baird inspirou o roteiro

A 53ª edição do festival começa dia 14 de outubro com a animação "Fantastic Mr. Fox", do diretor Wes Anderson, e acontece até 29 de outubro.
Penelope Cruz lança filme de Almodóvar na Alemanha















Penelope Cruz foi recebida por uma multidão de fãs ao chegar à première de "Los abrazos rotos" em Berlim, nesta segunda (3); ela distribuiu autógrafos e posou para fotos.


Penelope Cruz acompanhou o diretor Pedro Almodóvar na promoção do novo filme, que marca a quarta colaboração da dupla. O longa deve estrear no Brasil em novembro
Steven Spielberg vai dirigir nova versão de clássico de 1950

Steven Spielberg dirigirá a nova versão do clássico "Meu amigo Harvey", de 1950, protagonizado pelo ator James Stewart e baseado na obra de Mary Chase, vencedora de um prêmio Pulitzer, informaram nesta segunda-feira (3) meios de comunicação locais.
Spielberg deve começar a gravar no começo de 2010 sobre o roteiro adaptado de Jonathan Tropper e, segundo a revista "Variety", pensou em astros como Tom Hanks ou Will Smith para o personagem principal, interpretado na primeira versão por Stewart, que foi indicado ao Oscar pelo papel.
"Meu amigo Harvey" narra a história de um homem que se torna amigo de um coelho gigante imaginário, o que o faz viver situações engraçadas, mas leva sua família a tentar interná-lo em uma instituição psiquiátrica.
Stewart não ganhou o Oscar, mas Josephine Hull conquistou a estatueta de melhor atriz coadjuvante.


O projeto será uma colaboração entre DreamWorks, estúdio de Spielberg, e a 20th Century Fox, e será financiado em 50% pela empresa do diretor, responsável por títulos como "E.T. - O Extraterrestre" (1982) e "O resgate do Soldado Ryan" (1998).

Divã’ dá a largada em festival de cinema brasileiro em NY
OLÁ GALERA, DANDO SEQUÊNCIA AO FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO EM NY AQUI VAI MAS UMA MATÉRIA SOBRE O ASSUNTO.

Um dos filmes brasileiros mais vistos no ano,“Divã” abre nesta segunda-feira (3) a programação do Cine Fest Petrobrás Brasil-NY, evento que apresenta seleção de longas e curtas nacionais no Tribeca Cinemas, em Nova York. Protagonizado por Lilia Cabral e dirigido por José Alarenga Jr., o filme conta a história de uma quarentona que decide frequenter a terapia. A programação deste primeiro dia inclui ainda “Romance”, longa de Guel Arraes, com Wagner Moura e Letícia Sabatella, baseado na lenda de Tristão e Isolda. Na sequência, entram em cartaz “Budapeste”, filme de Walter Carvalho baseado no livro homônimo de Chico Buarque, e “A erva do rato”, mais recente produção de Julio Bressane, com Alessandra Negrini e Selton Mello. No quesito documentários, o elogiado “Loki – Arnaldo Baptista”, sobre o fundador dos Mutantes, encerra a noite, acompanhado ainda de “Fumando espero”, assinado por Adriana Dutra.

Confira a programação completa no site do evento.

A abertura do Cine Fest Petrobras Brasil-NY aconteceu no domingo (2), no Central Park, com show de Silvia Machete e a exibição do filme “Se eu fosse você 2”.

O festival de cinema brasileiro reúne, neste ano, alguns dos maiores hits da produção nacional recente. Com 15 longas, 13 deles em competição, a mostra ainda tem como destaque o inédito “Hotxuá”, no qual Letícia Sabatella assina a direção ao lado de Gringo Cardia.
Bilheteria de "Funny People" de Sandler decepciona em estreia
Adam Sandler teve neste domingo (2) a sua pior estreia nas bilheterias da América do Norte em quase cinco anos, com "Funny People", uma comédia mais séria do que os descompromissados filmes amados pelos seus fãs.
De acordo com estimativas de estúdio, o filme alcançou US$ 23,4 milhões nas bilheterias nos três dias após a sua estreia nos Estados Unidos e no Canadá, na sexta-feira. É o pior início para um filme líder nas bilheterias desde "Sim Senhor", de Jim Carrey, lançado com US$ 18,3 milhões em dezembro passado.
Sandler interpreta um comediante diagnosticado com uma doença sanguínea letal e que tenta acabar com um casamento. Os principais críticos não gostaram do filme, de acordo com o site Rotten Tomatoes (http://www.rottentomatoes.com), que analisa resenhas.

A pior estreia anterior de Sandler ocorreu com "Spanglish", que arrecadou US$ 8,8 milhões em dezembro de 2004. Seu principal filme no verão norte-americano no ano passado, "Zohan - O Agente Bom de Corte", conseguiu US$ 38,5 milhões na estreia, mas parou nos US$ 100 milhões.
"Funny People" foi dirigido por Judd Apatow, que foi considerado a pessoa mais inteligente de Hollywood pela revista Entertainment Weekly em 2007. Seu filme "Ligeiramente Grávidos" estreou naquele ano com US$ 31 milhões e encerrou com US$ 149 milhões.

O novo filme é mais uma decepção para a Universal Pictures.

A General Electric Co recentemente lançou a comédia "Bruno", com Sacha Baron Cohen, que rapidamente perdeu fôlego nas bilheterias, e o drama "Inimigos Públicos", com Johnny Depp, que não arrecadou nem 100 milhões de dólares.

O presidente da Universal, Nikki Rocco, afirmou que "Funny People" estreou "exatamente onde ele deveria estar", devido ao tema mais sério. O estúdio disse que a produção custou 75 milhões de dólares para ser feita, embora tenha havido rumores de que esse número teria se aproximado dos 100 milhões de dólares.

"Harry Potter e o Enigma do Príncipe" ficou na segunda posição pelo segundo fim de semana, com 17,7 milhões de dólares em arrecadação. No 19º dia de exibição do sexto filme da série, a produção alcançou 255,5 milhões de dólares. Seu antecessor de 2007, "Harry Potter e a Ordem da Fênix", havia obtido 242 milhões de dólares no mesmo período de tempo.
Diretor de ‘Chicago’ pode filmar sequência de ‘Piratas do Caribe’

A Disney estaria em negociações com o diretor Rob Marshall (indicado ao Oscar por “Chicago”) para filmar o quarto longa da franquia “Piratas do Caribe”, diz o site The Hollywood Reporter. Gore Verbinski, que dirigiu os três primeiros filmes – incluindo “Piratas do Caribe - No fim do mundo”, de 2007, um dos filmes mais caros de todos os tempos – abandonou o barco antes da próxima empreitada. Segundo a BBC, Johnny Depp, que estrelou os três filmes no papel do Capitão Jack Sparrow, está confirmado para o novo longa. Ele também deve fazer o papel do ajudante Tonto na nova produção da Disney com o personagem Zorro. A BBC diz ainda que a Disney está procurando novos atores e que Keira Knightley e Orlando Bloom não participarão da sequência. Rob Marshall começou a carreira como coreógrafo de musicais na Broadway. Em Hollywood, além de “Chicago”, dirigiu “Memórias de uma gueixa”, e atualmente está trabalhando no musical cinematográfico “Nine” (“Nove”), inspirado no filme “Oito e meio”, do diretor italiano Federico Fellini.
FOTOS DE PRESSÁGIO - KNOWING
OLÁ GALERA, PARA QUEM GOSTOU DE ASSISTI PRESSÁGIO NOS CINEMAS E QUE TAMBÉM ESTÁ CHEGANDO EM DVD VEJA AQUI ALGUMAS FOTOS DO LONGA E DEIXE A SUA OPINIÃO.



































































FOTOS "A ERA DO GELO "
OLÁ GENTE, AQUI UMAS FOTOS PARA QUEM GOSTA OU PRETENDE ASSISTIR NOS CINEMAS A ERA DO GELO.

















MAIS FOTOS DE HALLOWEEN - O INÍCIO

OLÁ GALERA, PARA QUEM GOSTA DE UM FILMEZINHO DE TERROR BEM LEGAL AQUI VAI ALGUMAS IMAGENS DE "HALLOWEEN - O INÍCIO".